Como diz o título, são fragmentos da minha vida, alguns fatos marcantes, importantes, da rotina. E, é claro, como na minha vida existem várias pessoas, esse blog vai acabar virando "Fragmentos de várias vidas". Espero que seja divertoso!



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sábado, 5 de janeiro de 2013

Legend (2012)

Fonte: www.submarino.com
Título original: Legend.
Autora: Marie Lu.
Tradução: Ebréia de Castro Alves.
Editora: Luciana Paixão.
Editora-assistente: Anna Buarque.
Revisão: Dida Bessanaa e Marcia Benjamim.
Editora: Prumo.

Porque cada dia significa novas 24 horas. Cada dia quer dizer que tudo é possível de novo. Você pode aproveitar cada instante, pode morrer num instante, e tudo se resume a um dia após o outro.

sábado, 1 de outubro de 2011

O Restaurante no Fim do Universo (2010)

Título Original: The Restaurant at the End of the Universe.
Autor: Douglas Adams.
Tradutor: Carlos Irineu da Costa.
Revisores: Antônio dos Prazeres e Sérgio Bellinello Soares.
Editora: Sextante.

- Guerra? - disse
- É! - O Número Dois olhava desdenhosamente para Ford.
- Contra o continente vizinho?
- É! Guerra Total! A guerra que vai acabar com todas as guerras!
- Mas não há nninguém morando lá!

sábado, 27 de agosto de 2011

O Guia do Mochileiro das Galáxias (2010)

Título Original: The Hitchhiker's Guide to the Galaxy.
Autor: Douglas Adams.
Tradutores: Carlos Irineu da Costa e Paulo Fernando Henriques Britto.
Revisores: Antonio dos Prazeres e Sérgio Bellinello Soares.
Editora: Sextate.

É um fato importante, e conhecido por todos, que as coisas nem sempre são o que parecem ser. Por exemplo, no planeta Terra os homens sempre se consideraram mais inteligentes que os golfinhos, porque haviam criado tanta coisa -  a roda, Nova York, as guerras, etc. - , enquanto os golfinhos só sabiam nadar e se divertir. Porém, os golfinhos, por sua vez, sempre se acharam muito mais inteligentes que os homens - exatamente pelos mesmos motivos.

sábado, 21 de maio de 2011

Um Lugar para todos (2008)

Título Original: Bombay Time.
Autora: Thrity Umrigar.
Tradutora: Regina Lyra.
Editora responsável: Izabel Aleixo.
Produção Editorial: Daniele Cajueiro e Janaína Senna
Revisores: Sheila Louzada (Tradução), Eduardo Carneiro, Guilherme Bernardo e Isabela Fraga.
Editora: Editora Nova Fronteira.

(...) o que aprendi é simples: a vida anda mais depressa que nós. Durante todo o tempo que desperdiçamos contando piadas, parados nas esquinas, indo a festas, dormindo oito horas por dia, a vida seguia em frente, como um rio que não conseguimos acompanhar. Esse rio não espera enquanto construímos uma ponte para cruzá-lo; ele continua fazendo o que tem que fazer. É assim que são os rios: eles correm. Por isso é importante não perder tempo, não desperdiçar um único dia nem um minuto que seja de um dia. É importante fazer bom uso de todo o tempo que nos é dado.

sábado, 26 de março de 2011

Cidade de Ladrões (2010)

Título Original: City of Thieves
Autor: David Benioff
Tradutor: Alvaro Hattnher
Revisoras: Ana Kronemberger e Lara Alves
Editora: Objetiva

Contei a ela sobre a filha do coronel, patinando no Neva; os canibais e as horríveis peças penduradas em correntes presas no teto; o garoto agonizante, Vadim, e seu galo, Querida; o cachorro antitanque sangrando na neve e o soldado russo morto indicando o caminho para Moscou.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A menina que roubava livros (2007)

Título original: The book Thief
Autor: Markus Zusak
Tradutora: Vera Ribeiro
Editora: Intrínseca (Rio de Janeiro)

Sim, o Führer decidiu que dominaria o mundo com as palavras. "Jamais dispararei uma arma", concebeu. "Não precisarei fazê-lo." Mesmo assim, não se precipitou. Reconheçamos nele ao menos isso. Ele não tinha nada de burro. Seu primeiro plano de ataque foi plantar as palavras em tantas áreas de sua terra natal quantas fosse possível. Plantou-as dia e noite, e as cultivou.
Observou-as crescer, até que grandes florestas de palavras acabaram crescendo por toda a Alemanha... Era uma nação de pensamentos cultivados.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Dio ti ama immensamente (2009)

Autora: Chiara Lubich
Organização: Caterina Ruggiu e Michel Vandeleene
Editora: Città Nuova

Molti discutono,
parlano,
correggono,
scrivono per gli altri.
Pochi
VIVONO

Rialzati sempre.
Anche se dovessi rialzarti
un milione di volte
al giorno.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

La sombra del viento (2010)

Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Editorial Planeta

"De todas las cosas que escribió Julian, la que siempre he sentido más cercana es que mientras se nos recuerda, seguimos vivos. Como tantas veces me ocurrió con Julián, años antes de encontrarme con él, siento que te conozco, y que si puedo confiar en alguien, es en ti. Recuérdame, Daniel, aunque sea en un rincón y a escondidas. No me dejes ir."

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

A cidade do sol (2007)


Título original: A Thousand Splendid Suns
Autor: Khaled Housseini
Tradutora: Maria Helena Rounet
Editora: Nova Fronteira (Rio de Janeiro)

“– Sinto muito – disse Laila, impressionada por ver que a história de cada afegão é marcada por mortes, perdas e dor. E, mesmo assim, percebe que as pessoas dão um jeito de sobreviver, de seguir em frente. Pensa em sua própria vida e em tudo o que lhe aconteceu, e se surpreende ao se dar conta de que também sobreviveu, que está viva, sentada nesse táxi, ouvindo a história desse homem.”

Memórias de uma gueixa (2006)


Título original: Memoirs of a Geisha
Autor: Arthur Golden
Tradutora: Lya Luft
Editora: Imago Editora (Rio de Janeiro)

“Mas agora sei que nosso mundo não é mais permanente do que uma onda subindo no oceano. Quaisquer que sejam as nossas lutas e triunfos, qualquer que seja o modo como os experimentamos, em breve todos fundem-se numa coisa só, como a tinta aguada de uma aquarela num papel.”

The Septembers of Shiraz (2008)


Autora: Dalia Sofer
Editora: HarperCollins Publishers (Nova York)

“Why is it, he wonders, that wealth must always be accompanied by guilt, if not shame? Had he not worked hard for it, and had it not, in the end, saved his life? (…) Why the constant indignation at a man who dares to live well? Does living well imply selfishness? Was he–Isaac Amin–a selfish man?”